terça-feira, 17 de junho de 2008

Acima de tudo o amor...

"Ainda que eu falasse a língua dos homens,
E falasse a língua dos anjos,
Se eu não tiver amor,
Sou como o bonze que soa, ou como o címbalo que retine.
Mesmo que eu tivesse o dom da profecia,
E conhecesse todos os mistérios e toda a ciência;
Mesmo que tivesse toda a fé,
A ponto de transportar montanhas,
Se não tiver amor, não sou nada.
Ainda que distribuísse todos os meus bens
Em sustento dos pobres,
E ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado,
Se não tiver amor, de nada valeria!
O amor é paciente
O amor é bondoso.
Não tem inveja.
O amor não é orgulhoso.
Não é arrogante.
Nem escandaloso.
Não busca seus próprios interesses,
Não se irrita, não guarda rancor.
Não se alegra com a injustiça,
Mas se rejubila com a verdade.
Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor jamais acabará.
As profecias desaparecerão,
O dom das línguas cessará,
O dom da ciência findará.
A nossa ciência é parcial,
A nossa profecia é imperfeita.
Quando chegar o que é perfeito, o imperfeito desaparecerá.
Quando eu era criança, falava como criança,
Pensava como criança,
Raciocinava como criança.
Desde que me tornei homem, eliminei as coisas de criança.
Hoje vemos como por um espelho,
Confusamente;
Mas então veremos face a face.
Hoje conheço em parte;
Mas então conhecerei totalmente;
Como sou conhecido.
Por enquanto subsistem a fé, a esperança e o amor - os três.
Porém, o maoir deles é o amor."
I Cor 13

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